Maquiadora (Tetê Clementino)

Posted on mar 26, 2015

A entrevista de hoje é muito especial porque foi a primeira que aconteceu naturalmente, sem a gente combinar. Eu (Marina) estava maquiando com a Tetê, enquanto a Lilian me esperava na sala. Papo vai, papo vem, nós três começamos a falar sobre profissão e acabamos descobrindo que estávamos diante de mais uma história pro Agora Sim! Formada em jornalismo, Tetê Clementino é hoje uma das maquiadoras mais talentosas (e lindas!) que conhecemos. E contou pra gente como tudo começou.



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Como surgiu sua escolha pelo jornalismo?

Quando estava na escola, eu era muito malandra enão gostava de estudar (risos). Sempre tive muita dificuldade com tudo que tinha relação com número e facilidade com literatura, português, redação… Gostava muito de escrever! Na época do vestibular, queria algum curso relacionado à beleza, mas não tinha. Então, pensei: “Vou fazer jornalismo como segunda opção. Se nada der certo, serei jornalista.”

Você gostou do curso?

Sim. Só que, quando entrei na faculdade, achava que iria escrever o que eu gosto, fazer uns textos polêmicos, uns artigos legais, mas não é bem assim. Você só escreve o que te mandam escrever. Depois que comecei a perceber isso, dei uma desanimada com o curso.

Chegou a fazer algum estágio na área?

No terceiro período, comecei a fazer assessoria num gabinete de um deputado daqui. A parte que mais gostei na faculdade foi TV, mas as vagas são poucas e você tem que passar por um processo seletivo muito grande. Aí, desanimei. E, pra ocupar meu tempo, fui trabalhar nesse gabinete. Mas achei muito chato, entediante… Aparte de jornalismo mesmo eu não fazia quase nada! Então, comecei a perceber que assessoria não era pra mim.

E essa sua paixão pela maquiagem começou quando?

Desde novinha, sempre gostei de tudo que é relacionado à beleza. Eu morava com os meus avós e a minha avó era muito vaidosa. Ela sempre falava:“Anna Tereza, não pode sair de casa sem se pintar! Você tem que passar batom, pó de arroz, ruge…” Naquela época, falava assim, né? (Risos)

E, também, fui criada em cima do salão LM. Achava que lá era o meu playgraound! (Risos) Eu era amiga de todas as manicures! Ficava o dia inteiro vendo e amando tudo. Elas deixavam eu mexer nas coisas, lavavam o meu cabelo, secavam, quase todo dia! Eu tinha mania de fazer a unha dos outros e falava que, quando eu crescesse, seria dona de um salão. Sempre fiquei com isso na cabeça.

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Agora mais ainda, né?

Sim! Eu e o meu namorado estamos conversando a respeito porque a gente sempre quis ter um negócio juntos. Muitas pessoas me pedem pra fazer cabelo também, mas não dá. O primeiro passo vai ser contratar um cabeleireiro! (Risos)

E o jornalismo? Já ficou em segundo plano?

Se eu conseguisse conciliar, seria ótimo! Por exemplo, ter uma coluna de beleza num jornal ou um programa de tv, que éuma coisa que sempre gostei! Mas não quero escrever sobre economia, esporte, política…

Muitas maquiadoras começam a carreira maquiando as amigas. Com você também foi assim?

Foi! Comecei a maquiar na época de festa de 15 anos e levava muito jeito. Eu maquiava todas as minhas amigas e, no final, não conseguia me arrumar. Sempre me ferrava, mas adorava! (Risos) Maquiava minha mãe, minhas tias… Até que, um dia, uma tia falou: “Você tem que começar a maquiar pra fora!” Aí, pensei: “Será que consigo ganhar um dinheirinho?” Foi assim que comecei a fazer pra fora, como hobby, junto com o estágio. Mas fazia umas duas maquiagens só no fim de semana. Não considerava um trabalho ainda, era mais por gostar de fazer mesmo.

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E, depois disso, a notícia de que você era ótima começou a se espalhar…

No início de 2013, comecei a trabalhar mais porque acabei saindo do meu estágio e, um dia, meu namorado falou: “Vamos começar a divulgar o seu trabalho no Instagram?” Fiquei super relutante na época e ele insistia muito: “Vamos, vai ser bom, eu garanto!” E foi mesmo! (Risos). Depois disso, mudou completamente e está só melhorando! Meu celular toca, em média, 70 vezes por dia. Hoje, faço umas 16 maquiagens por fim de semana.

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Nossa! E como é ter que trabalhar todos os fins de semana? Isso te incomoda um pouco?

Com certeza. Agora, por exemplo, meu namorado está numa festa e eu aqui, trabalhando! (Risos) Mas já estou começando a acostumar com isso. No começo, o cansaço me assustou um pouco também. Ficar em pé o dia inteiro é complicado! Tem o lado ruim, claro! Mas as coisas boas são muito maiores! Hoje, posso comprar coisas que sempre quis ter, dar presente pros outros, viajar… Me dei de formatura uma viagem pro Peru! Tudo isso é muito maior do que ter que trabalhar no fim de semana.

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Você chegou a fazer algum curso de maquiagem?

Nunca. Tenho muita vontade de fazer, mas os que eu gostaria são no exterior e são cursos caríssimos! Por enquanto, não tenho condição porque teria que morar nos EUA, pelo menos um 6 meses, parar de trabalhar aqui e me manter lá.

Onde você busca inspirações?

Eu sigo muitos maquiadores, mas a maioria não é daqui. Sou muito fã de uns americanos. Sigo uma que é especialista em sobrancelha, por exemplo. Outro, que faz só maquiagem artística e os vídeos dele são ótimos! Inclusive, mandei minha maquiagem de caveira pra ele e foi super elogiada!

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Então, você acaba treinando alguns tipos de maquiagem em você mesma…

Só quando eu quero mudar, arriscar alguma coisa que nunca fiz. Na verdade, tenho muito mais facilidade de me maquiar do que maquiar os outros… Me maquio em 15 minutos. E não arrisco muito porque quando sei, por exemplo, qual olho fica melhor em mim, sempre faço ele. (Risos)

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Surgiram muitos maquiadores de uns tempos pra cá. O que você faz pra se diferenciar?

É, banalizou muito! Hoje em dia, qualquer pessoa que sabe fazer um risco de lápis fala que é maquiadora e cobra 40 reais. Claro que sempre vai ter gente pra pagar, mas não é uma maquiagem de qualidade. Acho isso ruim pra profissão. Mas cada maquiador tem uma mão pra maquiar. Por mais que as maquiagens sejam parecidas, nunca serão iguais. Eu criei um estilo próprio com o tempo e acho que as pessoas têm gostado cada vez mais dele.

O que te dá mais prazer nessa profissão?

O que mais me estimula é a reação das pessoas. Fico muito feliz quando vejo uma cliente se achando linda e elogiando o meu trabalho. Isso é muito gratificante porque você mexe com a auto estima da pessoa. Teve uma cliente aqui que eu queria ter filmado pra postar. Ela berrava, me abraçava, me beijava… (risos) Esse carinho é muito bom também e tem aumentado a cada dia.


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Defina seu trabalho com uma palavra.

Realização. É uma coisa que me deixa feliz e que faço com muito prazer!

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Vale a pena acompanhar o trabalho da Tetê pelo Instagram: @teteclementinomakeup. E, quem quiser marcar um horário com ela, o tel é 31 9301-1996. Lembrando que ela não responde mensagens de whatsapp. Somente ligações, de segunda à sábado, das 12h às 18h.

 

Coaching: pra você, pra nós, pra todo mundo

Posted on mar 25, 2015

Com certeza, você já deve ter ouvido falar sobre coaching, não é? Mas será que você sabe o quanto isso pode mudar a sua vida? Hoje, estamos aqui para apresentar e convidar você pra participar de um coaching realmente transformador, que será realizado aqui em BH, nos meses de abril e maio. Mas, antes, precisamos te fazer algumas perguntas:

O que te impede de trabalhar com o que você gosta e te faz feliz? Como você pode alcançar sua independência financeira? O que pode te inspirar para ter o casamento que sempre sonhou? Como você pode assumir o controle e ter a confiança que precisa para conquistar seus objetivos? O que está te impedindo de ter aquele corpo que sempre desejou? O que te irá habilitar para se sentir altamente capacitado para realizar?

Você é o único responsável pela vida que tem levado, tudo depende apenas de você. E o objetivo do coaching é tirar do caos e levar para a ordem. É para quem busca viver com abundância em todas as áreas da vida.

Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico nasceu há doze anos com o intuito de qualificar o mercado de coaching, orientando instituições e clientes interessados, além de capacitar profissionais a desenvolver um trabalho transformador.

Para que serve o coaching?

O coaching é uma ferramenta para gerar alta performance: ele direciona para que você aja com todo o seu potencial para conquistar os seus objetivos, e a ser uma pessoa muito melhor do que vem sendo.

Gerar resultados, saber direcionar o foco, ter mais confiança, ser autorresponsável são alguns dos benefícios do coaching.

A pessoa autorresponsável sabe que para mudar a sua vida, antes de tudo, precisa de mudar a si mesma.

Imagine você explorando todo o seu potencial: muitas vezes, ele não é alcançado por causa de crenças que limitam e que você nem sabe que existem.

E o que é o Coaching Integral Sistêmico?

Define-se Integral, porque neste método, utiliza-se os dois hemisférios cerebrais: o esquerdo, responsável pela parte cognitiva e racional; o direito, pelas emoções, crenças e intuição. Afinal, de que adianta uma pessoa possuir as mais modernas ferramentas se não tiver as competências emocionais para pô-las em prática? Ou, de que adianta possuir objetivos extremamente bem elaborados, se não possuir as aptidões emocionais necessárias para alcançá-las ou vivenciá-las?

Define-se Sistêmico porque compreende que o SER pessoal e o SER profissional formam o SER humano, e quando um destes padece o outro também tem prejuízos.

Por que fazer o curso de Formação em Coaching Integral Sistêmico?

O Formação em Coaching Integral Sistêmico é para quem busca produzir grandes resultados, seja na vida pessoal, na família, no casamento, no relacionamento com os filhos ou na vida profissional, tendo comportamentos altamente produtivos, conquistando metas financeiras e na carreira. Tudo isso, sem perder o foco, através de profundas mudanças de hábitos e da eliminação de crenças limitantes.

Para você saber se precisa de coaching, basta olhar para o seu redor, analisar como está cada área da sua vida, profissional, financeira, familiar, social, saúde, emocional, espiritual.

Para quem é direcionado o curso de Formação Internacional em CIS?

– Para quem quer seguir carreira de Coaching Integral Sistêmico

– Ter alta performance na carreira

– Transformação pessoal profunda de crenças, atitude, visão e ação

– Formar líderes focalizados para a busca de soluções

Benefícios do coaching para você:

– autoconfiança e clareza nas suas metas e valores

– mais produtividade, atingindo um desempenho mais alto em tudo que se determina a fazer

– melhora qualidade de vida

– mais flexibilidade, criatividade e equilíbrio

– relacionamentos melhores

– estímulo intelectual

– capacidade de vencer bloqueios

– muda o foco do passado e da dor, para o presente e alegria

 Benefícios do coaching para empresa:

–  performance de alto desempenho duradouro

–  melhora no trabalho de equipe

– manter os funcionários chaves e evitar custo de novos treinamentos

– aumento na produtividade

E aí? Se identificou com tudo isso e quer participar? Mande um e-mail para contato@agorasim.blog.br que passaremos todas as informações sobre valores e datas. Lembrando que a Master Coach Júlia Lobo, que em breve será entrevistada por nós, está oferecendo um super desconto para os leitores do Agora Sim!

E, para conhecer mais ainda esse processo, vale a pena dar uma olhadinha nesses vídeos.

 

Lidando com o medo

Posted on mar 24, 2015

Você já se sentiu inseguro alguma vez por ter que dar um grande passo na sua carreira? Se sim, saiba que isso é absolutamente normal, mas que existem algumas dicas para controlar esse medo de crescer profissionalmente.

A insegurança é um mecanismo de proteção desenvolvido por nosso corpo ao longo do tempo. É natural do ser humano sentir um arrepio na espinha quando está em uma situação de perigo iminente, seja um assalto ou uma reunião importante.

Situações potencialmente perigosas podem trazer alguma sensação de desconforto. Mas o medo tem um aspecto positivo de aumentar a produtividade. Os temores ajudam a compreender o que precisa ser modificado em nossas atitudes para darmos conta dos novos desafios.

O problema é quando esses temores são tão grandes que, em vez de trazer alguma cautela, paralisam. Essa distorção pode prejudicar o desempenho profissional.

A seguir, você descobre o que está por trás de alguns dos principais medos que podem afetar sua carreira e o que fazer para enfrentá-los.

Os sentimentos dos outros 

Há momentos em que é preciso dar um feedback mais duro ou informar colegas e chefes sobre um fato desagradável. Em situações assim, muitos preferem não se posicionar ou perdem a mão e tratam os outros com pouco tato — e, assim, podem perder oportunidades. “Sempre fui direta no meu jeito de falar e sabia que isso poderia me trazer problemas”, diz Renata Galindo, de 29 anos, gerente de logística de uma multinacional do setor farmacêutico.

Ela procurou ajuda de chefes que tinham mais habilidade com a gestão e conseguiu mudar. “Aprendi a me controlar e a tratar os assuntos de forma mais objetiva”, afirma.

Os grandes projetos

O mercado cada vez mais globalizado e competitivo faz com que todo projeto assuma ares de grande tarefa. “Não saber se vai dar conta de um desafio é absolutamente natural até para quem já está em um cargo alto”, afirma Adriana, da Fellipelli.

O medo de não estar preparado para uma responsabilidade maior do que estava acostumado fez com que o administrador Maurício Gentile, de 30 anos, recusasse propostas profissionais. “Não tinha confiança para dar alguns passos”, diz. Foi então que ele resolveu se preparar melhor.

Depois de estudar o funcionamento de mercados internacionais, ele aceitou a proposta para ser gerente de vendas da fabricante de resinas Nitro Química para a Europa. “O medo foi bom porque me fez buscar conhecimento e me preparar para lidar com desafios maiores.” O ideal mesmo é tentar enfrentar o desafio e entender quais habilidades você precisa desenvolver para dar conta do recado, mas não se deixar abater por ainda não estar pronto.

O risco de errar

Todo profissional cometerá alguns erros durante a carreira. Mas é preciso ter cuidado para que a expectativa do dia em que vai falhar não acabe virando desculpa para não agir. “O medo de errar tem de servir de motivo para procurar mais conhecimento e não para deixar de fazer as coisas”, diz Marcelo, da Talenses. Foi essa a lição que Paula Yamakawa, de 36 anos, diretora de estatística do Ibope Inteligência, aprendeu ao longo da carreira nessa área.

A ideia de que alguma falha em seu trabalho possa afetar os resultados das pesquisas oferecidas aos clientes é uma constante em seu dia a dia. Mas ela aprendeu a se defender. “Procuro sempre embasar muito bem as decisões que tomo, porque isso me dá mais segurança”, afirma Paula.

Mesmo assim, vez ou outra alguma coisa sai do planejado. “Nas próximas vezes redobro minha atenção, mas não posso deixar que a ideia de errar influencie meu trabalho”, diz Paula.

A necessidade de inovar

Fazer as coisas de maneira diferente significa, no limite, sair da zona de conforto. E isso incomoda. Então muita gente se apoia na velha desculpa: “Se deu certo até agora, não tem motivo para mudar”.

O problema é que, em muitos negócios, continuar fazendo igual não é uma opção. “Antigamente, era difícil prever se uma empresa continuaria existindo em cinco anos”, afirma Erica Fox. “Hoje é difícil dizer se toda uma indústria ainda estará de pé nesse prazo.” Com tanta pressão para inovar, muita gente trava.

“É um temor ligado ao medo de fracassar. Inovar sempre envolve assumir riscos”, diz Marcelo, da Talenses. Fazer uma análise criteriosa do cenário ajuda a minimizar os erros.

A decepção com o desempenho

A expectativa que as pessoas  colocam na própria carreira é um dos principais elementos para alimentar os medos profissionais. “Jovens que passam por programas de trainee sofrem com isso, pois não sabem se vão entregar o que os outros esperam”, diz Felipe Maluf, sócio da consultoria YCoach, de São Paulo.

A pressão por resultados fabulosos pode afetar pessoas em qualquer fase da carreira. Ela acrescenta um peso enorme mesmo nas decisões pouco importantes. Um bom caminho para ganhar segurança é buscar aconselhamento com alguém mais experiente.

O fantasma de ficar sem trabalho

“No fundo, todos os medos que sentimos no trabalho estão ligados ao receio de ficar sem emprego”, afirma Marcelo, da  Talenses. É muito comum também quem passe a ter medo de como o currículo vai ser encarado por selecionadores depois de alguma passagem não muito positiva, como uma demissão ou falência.

Essa era uma das angústias da administradora Verena Stukart, de 31 anos, quando ela resolveu fundar a Mundipagg, empresa que desenvolve sistemas para pagamento via internet, setor no qual a  executiva tinha atuado antes.  “Arrisquei, mas temia não conseguir me recolocar no mercado caso fracassasse”, afirma Verena. “Foi um dos fatores que mais me fizeram refletir, mas achei que a empresa era promissora e que a experiência de montar um negócio seria válida de qualquer forma.”

Para que o temor de perder o empregoou de ficar muito tempo parado não seja paralisante, a orientação é estar sempre preparado para contratempos, tanto com uma boa reserva financeira quanto com a rede de contatos sempre ativa.

 

Fonte: Revista Exame

Agora sim!

Posted on mar 23, 2015

Pensamos em várias formas de começar a escrever esse post e chegamos à conclusão de que bastava uma só palavra para responder a todos que estão mandando e-mails e mensagens super carinhosas pra gente. AGORA SIM! Estamos de volta! 2014 foi um ano de muitas mudanças pra nós e, por isso, tivemos que dar uma pausa no blog. Logo, logo, falaremos mais sobre tudo o que aconteceu com a gente por aqui.

Agora, nada melhor do que já voltar compartilhando um desses e-mails que tanto amamos!

“Olá, tudo bom??

Sou de Cuiabá/MT, descobri o Agora Sim indo de um blog pra outro lendo e pesquisando, acabei lá por pura sorte, sorte mesmo!!

Assim que comecei a ler o blog não conseguia parar, li todos os posts numa sentada. A leitura foi revigorante, principalmente pra uma pessoa que não sabe o que quer da vida e a unica coisa que sabe é que não está satisfeita na situação que se encontra, que é o meu caso!

Estou no meio de um furacão de emoções por não saber se a carreira que eu escolhi é essa mesmo que eu quero seguir, oque acaba influenciando vários outros ramos da minha vida, já que afeta e muito meu psicológico num grau absurdo. (Acho que só quem já passou por isso sabe como que abala todo o lado emocional e o impacto que isso causa na vida)

Achar o Agora Sim, foi uma luz no fim do meu túnel, e saber que não estou sozinha nesse barco da insatisfação à procura de algo com mais propósito, perceber que é possível, o que me levou a começar um processo de alto conhecimento e autoavaliação, ´para conseguir me intender e saber, a final, o que eu quero.

O Agora Sim, assumiu um super papel nessa minha busca, o que me deixa extremamente triste que vocês não postam nada tem um bom tempo, todo início de semana eu entro no blog só pra saber se tem alguma coisa nova, e não foi diferente hoje, cheguei no meu emprego e antes mesmo de abrir meu email, entrei no Agora Sim, mas não havia nada!

VOLTEM POR FAVOR, encarem esse pedido como se fosse um apelo de uma fã, apaixonada pelo trabalho de vocês, rsrs!!

Obrigada por tudo que fizeram na minha vida, mesmo sem saber!!”

2015: o ano do desapego

Posted on jan 29, 2015

Você tem o costume de desapegar? De tirar da sua vida tudo o que não te serve mais, mas que ainda pode ser muito útil para outras pessoas?

Nós, do Agora Sim!, decidimos começar o ano desapegadas. Não apenas de coisas materiais, que já não fazem mais sentido pra gente. Desapegamos dos nossos medos, das nossas inseguranças, do cartão de ponto, da nossa antiga profissão… E, logo, logo, vamos contar isso aqui no blog.

E, claro que, quando o assunto é desapego, não tem como não lembrar da OLX, o maior site de classificados GRATUITOS do Brasil. Adoramos o convite que recebemos deles e hoje estamos aqui para vender um produto, sem pagar nada pra anunciar e ainda fazer uma grana com isso.

Escolhemos essa cadeira, que fazia parte do nosso antigo escritório, e que, apesar de estar novinha, não está sendo muito útil pra gente. Passamos bons anos com ela, mas agora que estamos iniciando uma nova fase em nossas vidas, nada melhor do que fazer com que ela chegue até quem realmente está precisando, não é?

E você? Também quer desapegar de alguma coisa e ainda ganhar por isso? Anunciar na OLX é muito simples e rápido. E o melhor: é de graça! Veja só como é fácil criar um anúncio.

  1. Acesse o site da OLX e clique em publicar anúncio. O primeiro passo é escolher uma categoria para seu produto. Em seguida, comece a montar seu anúncio.

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  1. Crie um título bastante atrativo e escolha bem as fotos do produto que você está anunciando. Isso pode ajudar muito a concretizar a venda.
  1. Use fotos reais, que mostrem o produto de vários ângulos diferentes. Fotografar os detalhes para que o comprador veja direitinho também é muito importante. Vale lembrar que anúncios com boas fotos recebem 5x mais contatos! Dê uma de fotógrafo e capriche

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  1. Descreva bem o seu produto. Clareza, organização e objetividade fazem toda diferença!
  1. Coloque um preço justo e insira seus dados cadastrais.

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  1. Seu anúncio está pronto! Viu como é fácil? Agora é só publicá-lo SEM GASTAR NADA e aguardar os contatos.

Comece, agora mesmo, a praticar o desapego e estimular uma nova cultura de consumo sustentável. Você vai ver como faz bem para sua vida, para a vida de outras pessoas e pro seu bolso! Ah, e pelo aplicativo do OLX, o processo é ainda mais rápido! Baixa logo o app e desapega!

 

* Este é um Publipost. Se quiser anunciar no Agora Sim!, entre em contato com a gente.


Quanto amor

Posted on nov 24, 2014

O melhor jeito de começar a semana…

Oi gente.

Sou Evellin, tenho 22 e acabei de chutar o balde (ufa!).

Sou (fui?!?!) funcionária pública de uma empresa dos sonhos durante três (longos) anos. Quando fui convocada, tão nova, achei que tinha realizado um sonho, e que estava com a vida ganha. Ledo engano. Com o passar do tempo fui ficando cada vez mais triste e sonhando com as sextas-feiras. O sonho de formar-me engenheira que tive que deixar para trás quando assumi minha posição na empresa pesava dia após dia.

O processo de mudança começou a 289 dias úteis (sim, contados no calendário!), quando decidi que questionar o que era importante de verdade pra mim e o que poderia ser feito para melhorar minhas manhãs (sempre mau humoradas) não era errado. Que não, eu não estava “velha demais” para começar – de novo – a universidade. Que não estar satisfeita com um emprego que “todo mundo quer” não era problema. Que a opinião dos outros não fazem você sorrir. Então comecei a procurar na internet se existia mais alguém na mesma situação que eu, e encontrei o “Agora Sim!”, tão perfeito para aquele momento da minha vida! Dele tirei as melhores histórias e frases motivadoras, que depois foram reescritas ao lado do meu calendário com a contagem regressiva para a mudança.

Hoje, 288 folhas a menos no calendário, data certa em 2015 para começar a estudar engenharia química em uma universidade federal, planos de aprender francês em um ano para intercâmbio, gavetas vazias, carta de demissão na mão e com uma alegria enorme no peito, escrevo para dizer obrigada!

Vocês foram uma das provas de que era possível, e fazem parte desse novo começo. Sempre serei grata.

Nova vida, lá vou eu!

Agora Sim!

Com muito amor, Evellin.

 

Cory, seu sonho e seus cookies

Posted on nov 13, 2014

Você se lembra do que gostava de fazer quando tinha 10 anos? Provavelmente, de jogar bola, brincar de pique-esconde, soltar pipa, ir ao clube e por aí vai, não é? E se a gente perguntar se você já pensava no seu futuro nessa idade, você se lembra? Provavelmente, a resposta é não, estamos certas? Talvez porque você nunca tenha precisado parar para pensar nisso tão cedo. Ao contrário do Cory, esse garotinho incrível que vamos apresentar a você hoje.

Com apenas 10 anos, Cory Nieves é CEO e co-fundador de uma marca de cookies chamada Mr.Cory’s. De terno, gravata, sapato e um estilo imbatível, ele vende biscoitos a 1 dólar, no centro de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

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Sua vontade de se tornar empreendedor surgiu há cinco anos, quando se mudou de Nova York para Nova Jersey, acompanhado de sua mãe. Cansado de esperar o ônibus para ir à escola, Cory sugeriu que começassem a vender biscoitos e chocolate quente para que pudessem comprar um carro.

Para incentivar o filho, a mãe concordou com a ideia, mas mal sabia ela do que viria pela frente. O sucesso foi tão grande que, hoje, a Mr. Cory’s conta com o apoio de uma cozinha industrial, oferece mais de uma dezena de tipos diferentes de cookies e chega a faturar US$ 1 mil por fim de semana. O vendedor? O próprio Cory, que sai pelas ruas do centro todo estiloso, carregando um carrinho de biscoitos. E ele explica o que torna os seus biscoitos tão especiais:

Eles são feitos com amor. E são naturais. E sem conservantes

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Em seu Instagram, Cory já tem mais de 30 mil fãs e o sonho de comprar o carro foi conquistado após participar de um programa de TV, em que ganhou US$ 10 mil e um veículo. Seu objetivo agora é fazer a empresa crescer para que possa um dia estudar na Universidade de Princeton e ter sua própria grife de roupas.

E que essa história sirva de exemplo para todos que querem realizar os seus sonhos, independente da idade!

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Fonte: hypeness

Ela está ali

Posted on nov 12, 2014

Mais um texto incrível da Ana Paula do blog Cookies & Words. Gostamos tanto de tudo o que ela escreve, que às vezes parece que os seus textos foram escritos pensando nos leitores do Agora Sim! Vale a pena estar sempre de olho na página dela!

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“Esperamos ser bem-sucedidos em determinado trabalho para acreditarmos que somos inteligentes. Esperamos que alguém nos ame para acreditarmos que somos especiais. Esperamos realizar seja lá o que for que estamos nos propondo a realizar para acreditarmos que somos capazes. Mas repito: se você não acreditar que a ilha está lá, as brumas não se dissipam. O que é a sua ilha de Avalon?” (Paula Abreu, criadora do programa Escolha Sua Vida).

Por muito tempo convivi com um tormento danado, daqueles que pesam na alma e nos impedem de sair do lugar: a descrença em mim mesma. Estranho pensar dessa maneira, mas eu tinha uma dificuldade imensa de enxergar a vida além da moldura da janela, como se tudo o que existisse lá fora (será que existia mesmo alguma coisa lá fora?) não fosse para mim. A minha ilha de Avalon estava oculta pelas muralhas que eu mesma tinha construído; paredes intransponíveis, porque eram feitas de todas as faltas que eu carregava comigo: de coragem, de otimismo, de confiança e de fé, sobretudo de fé, nas pessoas, na grandeza da vida, nas escolhas conscientes, nas leis sublimes do universo. Para mim, acreditar era uma questão subjetiva, abstrata e intangível; vaga como a noção de que existe algo além de nós mesmos, de que nós não podemos ser apenas os começos e os fins de tudo, acreditar era alguma coisa que as pessoas sempre diziam que a gente tinha que fazer, mas que quase ninguém fazia de verdade.

Exatamente por pensar assim, por ser do time daqueles que só acreditam vendo, meus olhos quase sem brilho, cegos pela ignorância, só conseguiam ver o que todos os outros viam. Os mesmos caminhos. As mesmas certezas vazias. Os mesmos valores e crenças limitantes que, desde sempre, foram lançados ao mundo como se fossem verdades absolutas. Eu não conseguia enxergar nada além do que aquela vida que eu tinha construído para mim, porque aquela vida era a reprodução exata da vida que os outros viviam; o jeito certo de fazer as coisas.

Mas que tola eu fui! Com o tempo e, sobretudo, com as pessoas que fui encontrando pelo caminho, gente de bem e de verdade, que torce junto, que sonha junto, que rema junto com a gente para o barco não virar, aprendi que existe, sim, uma ilha só minha, depois da imensidão do mar. A minha ilha de Avalon; o lugar que eu descobri bem dentro de mim, e que tem sido o meu porto seguro e a minha força, o meu chão e a minha coragem para continuar seguindo em frente, mesmo com todas as adversidades da vida.

Eu estava tão vidrada na moldura que simplesmente não via. E então, quando veio o entendimento de que eu precisava desesperadamente sair do lugar comum e ir mais além, derrubei os muros que me separavam da minha Avalon e resolvi seguir a travessia do desconhecido. Eu já não me importava mais com a opinião alheia. Que me tomassem por louca por acreditar em algo que eles ainda não podiam ver. Eu acreditava. Eu sabia que ela existia. Porque ali, naquele momento, eu já não esperava mais que me mostrassem um caminho. Eu já tinha encontrado o meu próprio caminho.

Olhos que enxergavam, pés que não temiam mais. Que as brumas se dissipem para você também. E que você possa ver, assim como eu, a sua ilha de Avalon.