Profissão: empreendedor

Posted on out 21, 2014

Recebemos esse texto da Patrícia, leitora do blog, e achamos muito interessante compartilhar por aqui. Ela trabalha como corretora de imóveis e está com planos (em andamento) de empreender nessa área com algo menos autônomo e mais empresarial. O texto tem ótimas dicas para quem também trabalha e quer investir no mercado imobiliário.

Profissão empreendedor: os caminhos e as experiências desse interessante negócio

Empreender no mercado imobiliário é muito mais que criar um interessante fundo de garantia personalizado. Muitas pessoas buscam nesse setor uma forma de transformar a vida e garantir uma aposentadoria. No entanto, é fundamental estar atento tanto aos riscos quanto aos benefícios da área.

Então, com o objetivo de esclarecer algumas dúvidas e derrubar alguns mitos sobre o assunto, vou começar definindo o termo “empreender”. De acordo com o dicionário Michaelis, empreender é tentar, realizar, pôr em execução, arriscar e tirar uma lição para toda a vida. Mais do que uma história que você vai contar para os seus filhos e netos: é fazer acontecer.

Vamos ser bem sinceros: quem tem imóveis em São Paulo, por exemplo, é rei. Já nas cidades menores, é garantia para futuros bons negócios. Mas, antes de realizar o sonho brasileiro da casa própria, é preciso um corretor de imóveis bem inserido no mercado. Antes disso, é preciso uma empresa compromissada em oferecer apenas bons frutos.

Agora estamos falando a mesma língua.

É buscando ser parcial nos negócios para garantir a felicidade de ambas as partes, o vendedor e o comprador, que também quero fazer parte desse mercado. Para isso, precisamos aliar estratégias, explorar possibilidades e trabalhar em conjunto em favor dos melhores resultados para todas as partes. Apenas com essas coisas em mente é que se torna possível avançar em direção às melhores oportunidades, garantindo bons negócios para todos os envolvidos nesse processo.

Assim, saí da comodidade, do salário garantido todo fim de mês e das facilidades da carteira assinada. Aceitei o desafio de ser mais uma para mostrar diferencial nessa terra de gigantes. Como a concorrência é acirrada, a necessidade de ter diferenciais é ainda mais forte. Nesse sentido, tudo faz a diferença: do modo como nos apresentamos até as palavras que utilizamos. Do início ao fim, é preciso ter foco e determinação para não desanimar diante das barreiras que podem surgir.

Para isso, precisei passar por algumas etapas:

Primeiro: aceitar esse desafio.

Segundo: acreditar no meu potencial de fazer mais pelos meus clientes. Encontrar omeu diferencial no mercado e acreditar nele.

Terceiro: calcular na ponta do lápis todas as contas para manter empresa de portas abertas nesses primeiros anos. E o que posso fazer para mantê-las abertas depois desses primeiros anos.

Quarto: continuar estudando e me envolver com as novidades do mercado. Estar sempre atualizado e buscar por qualificação. Não é porque estamos passando por uma bolha no setor imobiliário que os negócios irão mal. Na verdade, é mais uma oportunidade de mostrar serviço em épocas difíceis.

Quinto: dinamismo e bons relacionamentos, não apenas nas redes sociais. As pessoas são a parte mais importante de qualquer negócio. E devemos saber lidar com elas, sem sermos inconvenientes.

Último, mas que também pode ser considerado como o primeiro: fazer sempre o melhor, pela empresa, pelos clientes e por mim mesmo.

Com essas atitudes, resultados certeiros se tornam mais constantes nessa rotina.

Sabático, I love you

Posted on out 16, 2014

Quando era mais nova, ouvia falar muito de “período sabático” e confesso que não sabia o que isso significava. Tinha uma mínima noção de que se tratava de um curto período de tempo. Mas onde, fazendo o que, com quem?

Nunca tinha parado pra pensar se realmente as pessoas precisam de um período sabático porque, até então, eu nunca tinha sentido na pele, como dizem. Já tinha escutado casos e mais casos de amigos que passaram por isso, mas acho que, a partir do momento em que você vivencia a coisa, pode dar a sua opinião.

Resolvi viver o meu período sabático quando o meu corpo já não me suportava mais. Sim, tem horas que o nosso próprio corpo não nos suporta e começa a dar sinais de que precisa “sair”. Sair de perto de tudo e, às vezes, até de todos.

Falando assim parece fácil, obedecer o que ele pede, levantar da cadeira e ir embora. Mas, quero que fique bem claro que não é simples. Não foi fácil pra mim. Relutei, várias vezes, em dar o meu grito de liberdade. Cheguei, várias vezes, a dar os primeiros passos em direção ao “meu tempo”, mas as minhas contas a pagar, o medo, a saudade da família, a insegurança e incerteza me puxavam de volta. E assim foi, durante muitos meses.

Até que o meio do ano chegou e, com ele, uma vontade louca de melhorar o meu inglês. Longe. De tudo, de quase todos. Hoje, vejo que o inglês foi a desculpa que dei para libertar o meu corpo de tudo o que ele precisava. E acho que todo mundo acaba arrumando uma razão diferente pra viver esse período fora. Mas tenho que agradecer: “Thanks, my dear English. You rock!”

Em um dia do final de junho, saí da minha mesa de trabalho e, quando voltei, já estava sentada de outro jeito diante do computador, fechando tudo para o meu primeiro encontro com o meu sabático. Mas, de novo, quero que fique claro que não foi fácil. Essa foi a segunda vez que pedi demissão e foi tão difícil quanto a primeira. As pernas tremiam, o coração acelerava, a voz falhava e a cabeça pilhava de dúvidas. Mas, no meio de tantas incertezas, a certeza de que aquilo precisava ser feito. Por mim, pela minha felicidade, pela minha vida.

E, no começo de julho, esse tempo longe já tinha data pra começar e lugar pra se instalar. O destino? Desculpe o termo, mas ouvi de um amigo que escolhi uma cidade “filha da p***” pra morar. E, desculpe de novo, tenho que concordar com ele. De mala, cuia e namorado, cheguei em Nova York no dia 23 de julho, à tarde.

 

E, assim como quase todos que aparecem por lá pela primeira vez, deixei minhas malas e fui conhecer a dita cuja Times Square. A primeira decepção do meu período sabático. Jamais indicaria para um amigo, que nunca foi à NY, a Times Square no primeiro dia da viagem. Não sei explicar direito o que senti quando a noite chegava e meus olhos refletiam as luzes daqueles prédios enormes. E, olha que sou publicitária e deveria amar aquele tanto de propaganda piscando diante de mim. Mas, não. Detestei. Fiquei assustada com o tanto de gente que vi, andando com pressa de um lado pro outro. Me assustaram também os arranha-céus, a quantidade de lojas, de coisas espalhadas pelas ruas, aquela confusão toda. (Quem conhece sabe). A sensação era de que o mundo ia me engolir ali. Eu queria gritar, correr, voltar pra casa e, por algumas horas, cheguei a pensar: “acho que errei na escolha da cidade.”

Depois do susto, voltei pro apartamento e dormi, desejando que um novo dia começasse e com a esperança de que as coisas iam melhorar, que tinha sido apenas um susto. E, graças a Deus, foi. Na manhã seguinte, fui apresentada ao Central Park que, como num passe de mágica, apagou da minha memória todas as luzes da Times Square.

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CP

Agora Sim! Aquilo sim era NY. Aquilo sim fazia parte do meu tempo fora. Aquilo sim poderia me engolir, se quisesse. E, aos poucos, fui conhecendo a cidade filha da p***. O melhor lugar que poderia ter escolhido para viver o que vivi nesses quase três meses.

A minha vontade nesse momento é de começar a escrever sobre todas as paixões que tive por lá, mas vai ter que ficar para um próximo texto, porque se eu parar pra falar sobre isso aqui, pode virar um livro. NY foi como uma professora muito boa pra mim, daquelas que te ensina coisas que você leva pro resto da vida.

Agora, de volta à realidade, tudo que quero é seguir em frente e tentar tirar do papel todas as ideias que brotaram na minha cabeça, durante esse tempo. E, me desculpe, período sabático. Se antes eu não sabia o que você significava, hoje tenho a certeza de que é essencial pra mim.

Ah, e se alguém me perguntar se me arrependo de alguma coisa, a resposta é sim. Arrependo de não ter trazido na mala aquela famosa camiseta

“I (love) NY.”

Ps: Não poderia deixar de agradecer à equipe da agência Greentours , em especial à Vanessa, que tanto me ajudou a organizar esse sonho. Para quem quiser o contato deles é: 31 3311-8585. E super recomendo também a escola que eles me indicaram, a EC: www.ecenglish.com

 

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Fazendo o que você ama

Posted on out 15, 2014

O texto de hoje foi escrito pela Tara Mullarkey, do site Mind Body Green, e traduzido e adaptado pelo psicólogo Eduardo Drummond. Ele fala um pouco sobre a experiência vivenciada por Tara e traz umas dicas bem interessantes para você, que também está pretendendo mudar de trabalho, de vida, mas não sabe por onde começar.

“É doloroso ficar sentado atrás de uma mesa de escritório quando a sua alma apenas deseja fazer algo criativo, que tenha significado e seja emocionante. Quando você anseia para usar seus talentos e experiências para fazer o bem no mundo e ser pago para fazê-lo bem.

A boa notícia é que isso é possível. Não é apenas possível, mas necessário para a sua felicidade.

Cinco anos atrás, eu estava sentada de terninho e salto alto atrás de uma mesa de trabalho na área corporativa de um banco em Nova York. Eu desejava fugir, viajar pelo mundo, e ajudar as pessoas ao longo do caminho. Foi o que eu fiz e agora que criei o meu próprio negócio, vivo em Tulum, no México. Minha paixão é ajudar você a fazer o mesmo.

1 – O que você gosta de fazer e que assuntos lhe interessam?

Eu sei, eu sei. Talvez você seja muito claro sobre o que você ama, mas não consegue pensar em como fazer disso um negócio próspero, ou você se sente tão perdido que não sabe mesmo o que ama. Pergunte a si mesmo:

  • Se o dinheiro não fosse uma necessidade, como passaria os meus dias?
  • Se eu saísse para tomar uma taça de vinho com um amigo, do que gostaria de conversar?
  • Sobre que assuntos gosto de pesquisar? Que livros que estou lendo?

Tudo conta.

Eu gostaria que você gastasse mais tempo fazendo as coisas que você ama. Isso vai fazer você se sentir bem, e quando você se sente bem, você entra no fluxo. Idéias brilhantes podem vir. E sua alma fala com você. As ideias fluem.

2 – Que tipo de problemas ou sofrimentos você poderia resolver das outras pessoas?

Há pessoas lá fora, à procura de sua ajuda. Elas precisam saber como fazer algo, e isso é a sua oportunidade de ajudá-las a melhorar alguma coisa.

Você tem uma mistura única de talentos e experiências que ninguém mais tem. As pessoas que se sentem compreendidas,  estão mais propensas a comprar algo de você quando elas sabem que você realmente se interessa por elas e tem interesse em ajudá-las.  Sua história única é a chave para o seu negócio.

3 – Do que o mundo precisa?

O que  você ama tem que atender alguma necessidade do mercado, para que você possa  viver disso. Você pode amar alguma coisa, mas as pessoas podem não estar dispostas a comprá-la. É por isso que o seu negócio precisa ser a combinação perfeita das  suas experiências e talentos, algo que você goste de fazer, e algo que o mundo precisa. Você deve resolver um problema para alguém, de outra forma as pessoas não irão comprar qualquer coisa que você tenha para vender.

Eu sei que você quer ajudar as pessoas e prefere não ter que cobrar nada, mas infelizmente essa não é a realidade. Você precisa viver e realizar o seu sonho. E pense nisso: Quanto mais dinheiro você receber fazendo o que ama, é sinal de que mais pessoas você estará servindo. Estamos falando sobre servir.

4 – Encare o medo e comece já

Eu sei que você está pensando sobre isso há anos, mas até agora não realizou nada. O que realmente está prendendo você? Provavelmente o medo.

Como você passa por cima do medo?

  • Arranje tempo pensar ou ficar em silêncio todos os dias. Desconecte-se.
  • Saia da sua zona de conforto todos os dias de formas pequenas e grandes. É o músculo que você necessita exercitar!
  • Encontre uma comunidade de apoio . Você é a média das cinco pessoas com quem você passa a maior parte do tempo. Contrate um coach, faça exercício físico para clarear a mente, meditação, estude os assuntos e os mercados que lhe interessam, planeje…

Comece antes de estar pronto.

Encontrar o seu propósito no mundo é muito menos sobre  ” descobrir isso ” e mais sobre deixá-lo ” emergir de sua alma. ” Ouço de muitos clientes de coaching que eles têm de passar anos tentando descobrir qual é a sua paixão e propósito! Eles costumam mudar de emprego a cada dois anos na esperança que o próximo irá preencher o vazio. Isso não acontece. E o padrão se repete, até que, finalmente, você faz o que você está aqui para fazer.

É por isso que é tão importante pensar e analisar durante esse processo, mas o mais importante é usar a sua intuição, fazer uso do seu instinto.

Siga suas paixões, mesmo que isso não resulte em um negócio. Gastar seu tempo fazendo atividades que você ama ajuda a entrar em contato com o seu coração, e por consequência com a  sua alma. Quando você passar mais tempo nesse ambiente, a sua oferta para o mundo se tornará mais clara. ”

 

Compro de quem faz

Posted on out 14, 2014

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O Compro de Quem Faz é mais um daqueles projetos que podemos chamar de “paixão à primeira vista”. Seguindo a mesma ideologia do Agora Sim!, ele apoia sonhos e valoriza o trabalho de quem faz o que gosta.

Explicando melhor, o Compro de Quem Faz é um movimento idealista a favor de artistas e artesãos independentes de todo Brasil. Seu objetivo é incentivar o sustentável e o regional por meio do apoio às pessoas que utilizam a economia criativa como fonte de renda, pessoas que amam o que fazem e que seguem os seus sonhos, acima de tudo. Seguir este estilo de vida significa ir contra a hegemonia do consumo excessivo, da massificação, dos importados, da exploração de mão-de-obra barata, entre tantos outros temas que causam um impacto negativo no mundo.

E, para comemorar seu primeiro ano de existência, o movimento lançou o projeto “Episódios para mudar o mundo!”, no site de financiamento coletivo Catarse, a fim de levantar fundos e gravar mais vídeos como o da artesã Priscilla Ramos, que você pode assistir aqui. Nós adoramos a ideia e estamos fazendo a nossa parte para apoiar esse projeto tão especial.

Se ele virar, esses vídeos gravados serão utilizados como mais uma ferramenta do Compro de Quem Faz para disseminar a importância de se comprar de quem faz, fortalecer essa causa, unir e inspirar todos que partilham do mesmo ideal. Você pode apoiar o movimento, por meio do link: www.catarse.me/pt/episodioscdqf

Site: www.comprodequemfaz.com.br

Fanpage: http://facebook.com/comprodequemfaz

Contato: contato@comprodequemfaz.com.br

 

O que a gente não diz

Posted on out 13, 2014

Começando a semana bem com esse texto lindo, escrito pela Ana Paula, do blog Cookies and Words, que nós adoramos! Ela mandou pra gente vários textos que têm tudo a ver com o Agora Sim! e, aos poucos, vamos publicar cada um deles por aqui. Mas vale a pena dar uma olhadinha na página dela também. Super bacana o jeito que ela mostra certas questões da vida.

Aproveite o seu tempo. Se eu pudesse te dar um conselho de amigo, seria esse. Aproveite o seu tempo. A vida passa rápido demais, às vezes de forma traiçoeira e imperceptível. E quando a gente se dá conta, pronto, acabou, não volta mais. Não desperdice minutos e horas preciosas do seu dia com coisas que não alimentam a sua alma, não te tornam uma pessoa mais feliz e nem fazem o seu coração bater mais rápido. Bobagem achar que todo o sacrifício de levar uma vida infeliz vai valer a pena no futuro.

Se você já pensou mais de dez vezes em mudar tudo e começar do zero, saiba que já passou da hora de mudar tudo e começar do zero. Não dá para empurrar a vida com a barriga. A vida tem que ser vivida, isso sim. Além de um baita problema na coluna, arrastar pelo tempo pesos desnecessários causa sérios danos à nossa saúde física e espiritual. Pare de se sabotar. E de culpar os outros pelos seus erros e tropeços. Você vai cair muitas vezes ainda, não se iluda. Cabe a você encontrar força suficiente para se colocar de pé mais uma vez. E seguir em frente. Porque tudo o que o tempo exige de nós é que saibamos seguir em frente.

Pode ser que você chegue aos 70, afinal, sem saber que rumo seguir na vida. O caminho para a realização pessoal pode ser longo demais para alguns de nós. Mas não se culpe se o seu amigo já se encontrou e você continua perdido por aí. Perder-se também é o caminho, já dizia Clarice (a Lispector, para os não tão íntimos). O mais importante, na minha humilde opinião, é fazer alguma coisa a respeito. Porque quando a gente sente que alguma coisa não está legal, é hora de agir. E de fazer as pazes com o tempo. O nosso tempo. Quer saber? Nada pior do que engolir sapo de si mesmo.

 

 

Para Agora Sim!

Posted on out 10, 2014

Mais um daqueles e-mails que tiram um sorriso imenso dos nossos rostos.

Meu nome é Mariza, tenho 34 anos, casada e mãe do Pedro, de 5.
Sou analista de sistemas, ou era.  Conheci o blog de vocês, tem aproximadamente 4 meses, e foi transformador.
Eu me formei em 2003 em uma das melhores faculdades do Brasil de Sistemas de informação. Não era uma aluna especialmente brilhante, porém muito esforçada. Arrumei trabalho na área antes de me formar e logo que concluí o curso entrei para uma grande empresa da região e lá fiquei por nove anos e meio. Digo fiquei porque já não fico mais.
Voltando rapidamente: A faculdade foi uma escolha duvidosa, não sabia exatamente o que queria na época, vi minha turma praticamente inteira desistir (entramos em 120, formaram-se 9) e eu fui ficando, eu ia razoavelmente bem!
Voltando a empresa que trabalhei durante nove anos, eu entrei como Trainee, em um processo longo e depois de 4 anos eu passei a ser coordenadora da área. Nunca me senti realizada, apesar do cargo, do salário entre outras coisas. A situação começou a ficar insustentável, eu comecei a ficar muito mal. Todo final de ano eu pensava: mais um ano e eu não fiz nada! Meu filho começou a apresentar problemas, pois eu passava muitas horas do dia fora. Bom, porque eu estou contando tudo isso: Porque eu cortei o cordão umbilical! Pedi demissão e isso foi mais difícil do que eu imaginava, porém libertador!
Eu lia e relia os textos do blog, as histórias e eu pensava: Porque eu não consigo? Eu tinha medo de recomeçar, medo de ficar sem meu salário, pq eu dependia dele. Eu me sentia enterrada naquele ambiente, que já não me trazia alegria.
Até que no dia 17/05/2014 eu tive a iniciativa e pedi demissão. Uma ex-empresa que eu já havia trabalhado me deu uma nova oportunidade, nada a ver com a minha área, em um ambiente mais simples (onde eu trabalhava era puro glamour), e um salário bem menor. Porém eu tenho vida e horário fora da empresa. Foi um começo, cortar este cordão foi um começo! Todo mundo me olhou como se eu fosse louca, acho que até agora ninguem entende como eu pude sair. Todos me questionavam, me olhavam com cara de interrogação, mas por dentro eu sabia que estava fazendo a coisa certa, mesmo que estivesse me pelando de medo. Aquela frase que diz: Se der medo, vai com medo mesmo virou meu mantra!
Agora estou indo para a parte II: Fazer algo que eu realmente gosto e que possa inspirar outras pessoas. Meu trabalho atual é muito melhor e eu me sinto muito bem, porém ainda penso em construir algo que acredito.
O primeiro passo já foi dado e eu só gostaria que vocês soubessem como vcs conseguiram influenciar uma pessoa desconhecida a quilomêtros de distância. Achei importante falar isso para vcs, porque se essa é a missão, ela esta sendo executada com sucesso!

Parabéns, obrigada, muita luz e muito amor! é isso que posso desejar com todo meu coração!

 

O sentido da vida

Posted on out 9, 2014

Quem acompanha o Agora Sim! já deve ter percebido o quanto somos fãs do TED. Achamos as palestras incríveis e, sempre que assistimos à alguma que tem a ver com o que a gente fala por aqui, corremos para publicá-la. Essa de hoje foi indicação de um leitor super querido do blog. Dessa vez, o palestrante é Eduardo Marinho, que largou tudo por algumas vezes, em busca do prazer de trabalhar com aquilo que gosta e com o propósito de ajudar as pessoas. Vale cada minuto!

 

O que gente grande faz – parte II

Posted on out 7, 2014

Já publicamos aqui  uma vez as respostas do Pedro, um garotinho de 6 anos, sobre o significado de algumas profissões. Foi muito interessante e divertido ver o que se passa na cabecinha dele e, por isso, um ano depois, resolvemos fazer uma segunda versão dessa brincadeira. E as respostas continuam hilárias! Veja só:

 

O que um médico faz?

Cuida das pessoas. Mas é chato ir lá, viu?

 

O que um marceneiro faz?

Marceneiro? Cata milho!

 

E um engenheiro?

Constrói coisas.

 

E um fotógrafo?

Fica lá, tirando foto de tudo, sem parar.

 

E um economista?

Ele… É… não tenho a mínima ideia.

 

O que um administrador faz?

Fica trabalhando com o advogado?

 

Mas o que o advogado faz?

Trabalha com materiais elétricos.

 

E um fisioterapeuta?

Igual a minha mãe? Faz massagem.

 

E um nutricionista?

Essa é muito difícil. Sei não.

 

E um turismólogo?

Ele é empregado de uma fábrica de biscoitos?

 

E um dentista?

Cuida dos dentes das pessoas.

 

E um arquiteto?

Arruma teto!

 

E um corretor de imóveis?

Cuida de móveis.

 

E um psicólogo?

Psicólogo faz piscina!

 

E um pedagogo?

Trabalha em aeroporto.

 

E um mecânico?

Cuida de carro.

 

E um piloto?

Essa é fácil! Dirige avião.

 

E um zootecnista?

Nossa… arruma cortina?

 

E um educador físico?

Ensina esportes.

 

E um fonoaudiólogo?

Olha os olhos. Não é?

 

E um publicitário?

Esse eu nunca vou saber.

 

E um político?

Fica dando entrevista na televisão.

 

E o presidente da república?

Cuida do mundo todo. Aliás, só do Rio de Janeiro!

 

E um maquiador?

Deixa as mulheres com uma cara diferente.

 

É muita fofura, não é?

Pedro