O seu negócio

Posted on jul 31, 2014

Pra quem quer empreender, essas 10 dicas vão te fazer pensar um pouco. Mas o Thiago (autor do texto) vai ter convencer que sim, afinal ninguém disse que seria fácil.

5ca01fe2d2784e5bf15a6e26f634a40d

Neste ano completei 10 anos de empreendedorismo. Lá atrás, não sabia em que tipo de encrenca ia me meter. Com o atrevimento típico da juventude, não me preocupei em pensar muito, somente em fazer.

Passada uma década, refleti sobre o que ninguém nunca me contou sobre ser empreendedor e decidi compartilhar essas experiências em 10 tópicos:

1 – Você é seu próprio chefe. E isso não é necessariamente bom

Sabe todos aqueles problemas que você tem no seu trabalho e que, quando vai para casa ou para a mesa do bar diz que são “culpa do idiota do chefe”, que ele não entende nada, que tem a cabeça fraca? Pois bem, agora a culpa é sua. Não tem ninguém para transferir a responsabilidade. Ela é sua e apenas sua. E isso é pesado. Mas faz perceber que muita coisa que antes você pensava não estar correta e era projetada nos outros, talvez não fosse tão culpa das pessoas… Agora a situação depende única e exclusivamente do seu esforço.

2 – As facilidades da grande corporação não existem mais

Dificilmente alguém começa uma empresa já sendo grande. O início é sempre menor. E o empreendedor, especialmente se ele foi alto funcionário de uma corporação gigantesca, está acostumado com um monte de mordomias que ele nem mesmo percebe. O computador deu pau? Não tem mais “setor de TI” para ligar e pedir para resolver. É com você mesmo. O café acabou? Vai lá e compra mais. Precisa de caderno, caneta ou qualquer outro material de escritório? A papelaria é logo ali. Empreendedorismo é como sair da casa dos pais: é hora de crescer e andar com as próprias pernas.

3 – Dono trabalha muito mais do que funcionário

Tem quem diga que vai abrir o próprio negócio para não ter mais que se submeter à exaustiva carga horária de trabalho que as empresas empurram aos funcionários. Ledo engano. Dono trabalha muito mais. E, na maioria das vezes, não ganha mais por isso. Nem tem banco de horas. Quando dá o horário de ir embora, os funcionários simplesmente vão. Mas o dono tem que ficar cuidando de nota fiscal, fornecedores, marketing, bancos… tudo aquilo que não deu tempo de fazer durante o expediente normal de trabalho, em que você tem muitas coisas para resolver.

4 – Você vai ganhar menos

Iniciar um novo empreendimento normalmente envolve investimento. Se não de dinheiro, de tempo. Significa que você vai ficar sem a renda que tinha antes, de um jeito ou de outro, até as coisas começarem a efetivamente funcionar e dar retorno. Se você não fez reservas para começar ou se não está preparado para mudar seu estilo de vida, talvez empreender não seja a sua solução. Por outro lado, é sempre bom lembrar que, no longo prazo, o empreendedorismo costuma pagar melhor.

5 – Você é exemplo o tempo todo

Os mais antigos diziam, sabiamente, que “o olho do dono é que engorda o boi”. Nada mais certo. Mas é mais do que isso. O empreendedor é inspiração para seus colaboradores. Ficar reclamando de tudo e todos desestimula a equipe, a ponto de muitos começarem a ter seus desempenhos afetados. Estar presente, incentivar, demonstrar que está no mesmo barco, faz as pessoas comprarem verdadeiramente a ideia. E não há nada que uma empresa iniciante precise mais do que de gente com vontade de fazer acontecer.

6 – Seus amigos não entendem sua vida

Você vai receber um monte de convites, nos horários mais esdrúxulos, para programas que antes ninguém te chamava. E as pessoas fazem isso por pensarem que você, por ser dono, pode fazer o que quiser, entrar e sair a qualquer hora. Mas é exatamente o oposto. Sexta à noite? Quem vai finalizar o trabalho é você. “Aquele” cliente que precisa de atenção especial? É seu, não há dúvidas. Além do que, ao começar, muito provavelmente a inteligência do negócio estará com você e a sua presença será fundamental. Só que as pessoas que não são empreendedoras simplesmente não entendem isso.

7 – Você vai querer desistir

Quando todo mundo falar sobre os bônus no fim do ano, ou mesmo 13º e férias, vai dar uma ponta de arrependimento. E isso porque só estamos falando sobre dinheiro. Mas quando as coisas não derem certo no dia a dia, quando os funcionários irritarem, quando todas as perguntas tiverem que ser respondidas por você, aí é que a vontade de desistir virá com força. Você vai pensar que era muito mais fácil quando era funcionário e o problema não era só seu. Mas aí vem a lembrança do que levou você a largar aquela vida e você aguenta um pouco mais.

8 – O empreendedor é solitário

Ainda que você tenha sócios, a atividade empreendedora, em qualquer segmento, é bastante solitária. São vários detalhes, que vão das instalações físicas a negociações de contratos com clientes e fornecedores. Tudo acontecendo ao mesmo tempo. Naturalmente, o volume de trabalho e a enorme responsabilidade trazem consigo uma introspecção maior. Isso faz o empreendedor ficar mais sozinho. Mas não veja isso como algo necessariamente ruim. Lembre-se de que a solidão é o local perfeito para ouvir a si mesmo. Quando foi a última fez que você se deu esse direito?

9 – Sucesso é algo relativo

Você não terá mais o cartão de visitas da grande multinacional, nem o cargo que tinha antes. Agora, você escreve o que quer no seu cartão. Mas talvez você não seja convidado para aqueles eventos para os quais era sempre chamado. Aí vai perceber que o convite e os benefícios todos eram do cargo e não seus. Se, num primeiro momento, isso te incomodar, lembre-se de que você, muito rapidamente, pode alcançar a notoriedade que vai te fazer deixar de ser audiência para virar a atração principal. Porque agora nada mais de impede de inovar e avançar que não a sua própria vontade. E ainda que nada disso aconteça, ser dono do próprio nariz (e negócio) te dão a liberdade de entender que sucesso é mais do que dizer ser da empresa X ou Y.

10 – Não existe nada melhor

Como os nove pontos anteriores mostraram, empreender não é um caminho fácil. No dia-a-dia de quem decide ter um negócio próprio, a frase do clássico personagem Rocky Balboa é a mais perfeita: “Na vida não importa o quanto você bate, mas o quanto você apanha e ainda permanece em pé”. Mas existe outro lado. Quem se mantém em pé nessa luta, depois de um tempo olha para trás e sente um orgulho impressionante. A sensação de avaliar o que se construiu e perceber que isso foi feito com suas próprias mãos é incrivelmente boa. Certo ou errado foi você quem fez, do seu jeito, da maneira que mais te agradou. E não existe nada melhor do que isso.

Thiago Costa é jornalista e Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP. Há 10 anos é sócio-diretor da agência EVCOM e também atua como professor e coordenador de cursos na FAAP.

Via: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/10-coisas-que-ninguem-te-conta-quando-voce-decide-ser-empreendedor/90178/

 

Porque? O seu propósito.

Posted on jul 29, 2014

Esse texto nos faz pensar bastante sobre o nosso tema aqui do Blog. O amor ao trabalho está completamente relacionado com o propósito da sua vida, para definir seu propósito, temos muitas vezes dificuldades, mas acreditamos que, uma vez descoberto traçar seu caminho fica muito mais fácil de ser completado.

 

Por Paulo Campos 

Encontrar o trabalho da sua vida depende de uma reflexão sobre seus valores.

Quantas vezes você já se perguntou o motivo de fazer o que faz? Quantas outras, já se sentiu frustrado, desmotivado, em busca de sentido para sua vida profissional?

Nosso modelo educacional nos condiciona a seguir uma trilha conhecida e repetitiva: estude regularmente, entre numa universidade, procure um estágio, de preferência, em uma grande companhia, faça uma especialização, siga os degraus naturais, construa uma família e seja feliz para sempre. Como esse paradigma educacional-profissional não se atualiza com a mesma velocidade do mercado, existe uma lacuna entre expectativa, desejo e caminho a ser percorrido.

Ao colocarmos a cabeça pra fora da água por um instante, percebemos o quanto esse pacote pré-fabricado nos transforma em mais uma unidade numa esteira de produção. Tudo bem que esse argumento já fez sentido durante anos. Pode ser uma mera questão de perfil e não há nada de errado com isso, mas é cada vez mais claro que esse modelo não satisfaz um número crescente de pessoas.

Ok, eu sei que até agora não há nada de novo no que estou falando, mas já chego lá. O aumento da depressão, estresse e a eterna insatisfação com as compensações tradicionais provocam um vazio existencial tão recorrente, que é quase como se tivéssemos que nos resignar com o fato de que se trata de um mal do nosso tempo.

Em resposta a isso, criou-se o mito do “ame o que você faz”. O problema é que essa noção foi distorcida para uma busca pelo prazer em todos os momentos. Muito tempo à procura de algo para amar e pouca reflexão sobre“por quê?” desejamos e como será o aprendizado até lá. Menos ainda pensamos na proposta de valor que trocamos com os outros. O esforço de buscar algo que amamos, muitas vezes é maior do que o esforço para entender e amar o que já temos e fazemos.

Como identificar o que nos motiva? Nem sempre precisamos de mudanças radicais em nossas vidas, mas como ajustar a conexão entre propósito e ação? Talvez a chave seja descobrir como encontrar outro significado para a nossa atividade, ao invés de almejar ideais utópicos ou sair de onde estamos. Pode ser que essa insatisfação seja uma desculpa para projetarmos todos os nossos problemas num grande culpado, nos eximindo da responsabilidade, afinal, “O inferno são os outros,” certo?

Por que você trabalha? Entenda o que te motiva e que recompensas favorecem seu engajamento.

blog137Foi o Simon Sinek que fez a provocação, comece pelo “Por quê”. Ele escreveu um livro, fez uma palestra no TED, entre outras coisas. Já falamos sobre isso aqui no blog, mas vamos avançar um pouco. Mais do que uma reflexão, a mudança de postura sugerida é pensar que “palavras podem inspirar, mas apenas a ação cria mudanças”. O desafio é buscar a razão pela qual queremos criar algo – uma startup, uma ONG, uma revista, um produto ou serviço – esse é o primeiro passo e não o mais fácil, definir que será isso ou aquilo.

O incomodo

Qual o seu propósito? Quando ouvimos essa pergunta podemos ficar desconfortáveis, com dúvidas e sem saber bem o que dizer, já que na maioria das vezes estamos focados no resultado e não em nossas motivações. Quando falamos de negócios, o dinheiro, é que motiva a tomada de decisão. Nesse caso, o dinheiro é o resultado, propõe Simon.

O que as pessoas compram

O autor afirma: As pessoas não compram o quê você faz, mas porque você faz. Dito isso, e vendo cases jurássicos como o da Apple, constatamos isso. Como o propósito da empresa é mudar o status quo, qualquer coisa que a empresa cria atrai seguidores. Já que muitas pessoas querem mudar as coisas, pensar diferente e buscar novas experiências. Quando falamos do que acreditamos, ativamos uma parte do cérebro ligada ao comportamento e, além disso, chamamos à atenção de quem se identifica com nossa causa e tornando-o um potencial consumidor.

E aqui vai uma didaduka: Talvez a chave para repensar caminhos esteja em associar fatores internos e externos para guiar a tomada de decisões. Internamente, o trabalho de nossos sonhos está ligado a uma atividade onde fazemos a diferença, utilizamos nossos talentos e habilidades, além do alinhamento de valores já visto acima. Externamente, avalie de que forma as pessoas reagem e reconhecem suas características, onde os valores que você propõe fazem mais sentido, sendo mais incentivados.

Na dúvida, pergunte-se: Por que você faz o que você faz?

Esse texto é mais uma colaboração de Paulo Emediato e Julius, amigos e consultores com quem tenho o prazer de trocar ideias.

Paulo Emediato  é jornalista e especialista em gestão. Atualmente é consultor da DesignThinkers Group Brasil e colaborador do blog Mochileiro Corporativo. Tem 11 anos de experiência em marketing, comunicação e inovação.

Linkedin: br.linkedin.com/in/pauloemediato/

Julius Ou é sócio da DesignThinkers Group Brasil e faz parte de um novo grupo de pensadores, capazes de relacionar o conhecimento de várias disciplinas de uma forma simples e que contribua para avançarmos em meio às incertezas.

Linkedin: br.linkedin.com/in/juliuscaesar

Mochila nas costas e até a próxima trilha!

Professor Paulo Campos tem 20 anos de experiência em soluções de aprendizagem (EnsinarAprender e Liderar). Desde 2000 já realizou mais de 1.600 palestras para 75 mil pessoas nos temas relacionados ao comportamento humano nas áreas de Liderança, aprendizado de adultos e gestão de pessoas. Siga no twitter.

Via: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/mochileiro-corporativo/2014/07/28/por-que-voce-faz-o-que-voce-faz/

 

Arbejdsglæde

Posted on jul 28, 2014

Por Caio Lauer

Quando o assunto é a felicidade da população, a Dinamarca está no topo do mundo. Um relatório elaborado em 2013 pela Organização das Nações Unidas (ONU) apontou o país europeu como o 1º de 156 países quando falamos de pessoas realizadas com suas vidas.

Ser feliz não está apenas na esfera pessoal do cidadão dinamarquês, mas também no trabalho – o chamado “arbejdsglæde”. Praticamente impronunciável por nós, esse termo significa simplesmente “felicidade no trabalho”, o que o profissional na Dinamarca entende por fatores como ter uma jornada de trabalho equilibrada, não trabalhar longe de casa e ter benefícios vantajosos quando está desempregado.

O site Co.Exist fez uma espécie de brincadeira, comparando o ritmo de americanos e dinamarqueses quando o assunto é dedicação e satisfação com o trabalho, e apresentamos os 5 elementos descritos como essenciais:

1. Jornada de trabalho

Os dinamarqueses tendem a encerrar seus expedientes em um horário onde possam fazer mais alguma atividade no dia. Eles também têm direito a cinco ou seis semanas de férias por ano, têm vários feriados nacionais e até um ano de licença de maternidade/paternidade paga. Enquanto o americano médio trabalha 1.790 horas por ano, o dinamarquês atua por 1.540 horas, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ainda segundo o estudo, na Dinamarca os profissionais possuem mais horas de lazer do que qualquer outro trabalhador.

Ainda segundo o estudo, na Dinamarca os profissionais possuem mais horas de lazer do que qualquer outro trabalhador do mundo. Em comparação aos Estados Unidos, a diferença é gritante, já que muitas empresas americanas exaltam o excesso de trabalho como um sinal de comprometimento. Organizações dinamarquesas, por outro lado, reconhecem que os funcionários também têm uma vida fora do trabalho e que trabalhar 80 horas por semana é ruim.

2. Autonomia

Nos EUA, se o chefe dá uma ordem, o profissional simplesmente a executa. Em um ambiente de trabalho dinamarquês, pouquíssimas ordens diretas são dadas, e os funcionários, independentemente do nível hierárquico, são mais propensos a vê-las como sugestões.

Geert Hofstede, sociólogo holandês, quantificou a cultura corporativa em mais de 100 países, em vários parâmetros, e um deles é a chamada “distância de poder”. A distância de alta potência significa que os chefes são reis incontestáveis ​​cuja cada palavra é lei. Locais de trabalho americanos têm uma distância de energia de grau 40, enquanto ambientes dinamarqueses têm pontuação 18, o mais baixo do mundo.

Por lei, qualquer negócio dinamarquês com mais de 35 funcionários deve abrir espaço em seu conselho administrativo para funcionários. Isto significa que profissionais dinamarqueses têm maior autonomia e poder de decisão.

3. Benefícios para desempregados

Na Dinamarca, perder o seu emprego não é o fim do mundo. Na verdade, o seguro-desemprego parece bom demais para ser verdade, dando aos trabalhadores 90% do seu salário por dois anos. Nos EUA, por outro lado, perder o emprego pode facilmente levar a um desastre financeiro. Isto leva ao bloqueio de trabalho, ou seja, ficar em uma empresa ou atividade que você odeia, pois não pode se dar ao luxo de sair.

4. Treinamento constante

Desde meados de 1800, a Dinamarca tem se concentrado na educação de seus profissionais. Esta política continua até hoje, com um sistema extremamente elaborada do governo, com a presença dos sindicatos e de políticas corporativas que permitem que praticamente qualquer funcionário possa se desenvolver gratuitamente através de cursos e treinamentos.

Esse processo é chamado de “política de mercado de trabalho ativo”, e na Dinamarca se gasta mais com esses tipos de programas do que com qualquer outro país, segundo a OCDE.

Isto permite que trabalhadores dinamarqueses se desenvolvam constantemente, mesmo em um ambiente de trabalho desfavorável ou mercado em mudança.

5. Foco na felicidade

Apesar de ingleses e dinamarqueses terem fortes raízes em comum, há, naturalmente, muitas palavras que só existem em uma língua e não na outra. E aqui está uma palavra que existe em dinamarquês e não em inglês: arbejdsglæde. “Arbejde” significa trabalho e “glæde” significa felicidade , então arbejdsglæde é “felicidade no trabalho”. Essa palavra também existe em outros países nórdicos (Suécia, Noruega , Finlândia e Islândia), mas não é de uso comum.

Muitos americanos odeiam seus empregos e consideram isso perfeitamente normal. Para a maioria dos dinamarqueses, uma atividade profissional não é apenas uma maneira de receber o pagamento: eles esperam se divertir no trabalho.

 

Fonte: Conheça o arbejdsglæde, conceito dinamarquês de felicidade no trabalho | Portal Carreira & Sucesso

10 dicas para ser mais feliz no ambiente de trabalho

Posted on jul 18, 2014

“Nataly Kogan, a co-fundadora e CEO da startup Happier – uma companhia que ajuda as pessoas a serem mais felizes e saudáveis em todas as partes de suas vidas – preparou um pequeno guia com 10 dicas para que o profissional enxergue seu local de trabalho de uma perspectiva diferente e mais bem humorada.

guia foi publicado no site sobre moda e estilo de vida feminino, Refinery29, que ainda aconselha: se você está em uma situação realmente miserável no trabalho, é preciso procurar outras opções. Porém, se a questão é apenas um dia difícil ou muito atarefado, o guia poderá ser uma boa pedida para mudar de perspectiva e melhorar seu humor.”

Faça uma fuga de 60 segundos

Escolha um momento no meio do dia e configure o alarme de seu telefone. Quando o despertador tocar, levante-se da mesa e deixe o celular e computador de lado por um tempo. Respire fundo, dê uma caminhada pelo escritório, coma um pedaço de seu chocolate favorito ou tome um chá ou café. Depois, volte para seu espaço de trabalho e retome o que estava fazendo.

Segundo Nataly, depois de tomar uma pausa o profissional se sentirá renovado e mais calmo, conseguindo ter mais controle sobre os problemas que aparecem durante o dia.

Faça alguma coisa antes de checar seu e-mail

Os e-mails podem tomar muito do seu tempo. Se antes de abrir a caixa de entrada você já cumprir alguma tarefa, sentirá que seu dia já está mais produtivo e terá mais energia para encarar as próximas atividades.

Bloco de anotações

Parece meio bobo, mas funciona! – diz a executiva – os vários estudos que apontam os benefícios em expressar gratidão não estão errados: anotar algo positivo sobre seu dia faz com que você goste mais de seu tempo de trabalho e se sinta mais animado para encarar o dia seguinte.

Faça de seu espaço de trabalho um lugar menos chato

Leve sua foto favorita para deixar em cima da mesa. Traga mais energia para seu espaço de trabalho equipando-o com suas canetas, cadernos e outros acessórios favoritos.

Faça uma gentileza para um colega de trabalho todos os dias

Leve o aperitivo favorito de seu colega de trabalho e deixe-o na mesa para surpreendê-lo. Elogie alguma característica de um amigo, deixe recados engraçados ou chame alguém para um café. A própria ciência mostra que demonstrar gentileza traz benefícios para a própria pessoa, tornando-a mais positiva.

Faça reunião durante uma caminhada

Ao invés de ficar sentado na sala de conferências, faça uma reunião em uma caminhada fora do ambiente de trabalho. 20 minutos de ar fresco durante o dia faz com que você se sinta mais feliz e a conversa pode ser ainda mais produtiva.

Procrastine com qualidade

Parece estranho, mas parar de vez com a procrastinação pode te deixar mau humorado no trabalho. É claro que a dica não é te fazer passar horas navegando na web ou nas redes sociais. Pelo contrário: defina uma meta e tire um tempo para descobrir algo novo durante o dia – procure novas receitas, sites ou leia algo em seu site favorito.

Agende uma hora para cada tarefa

Fazer muitas coisas ao mesmo tempo pode te deixar até 25% menos eficiente – e ainda te faz sentir sobrecarregado. Organize uma coisa para fazer em seu tempo certo e faça apenas aquilo nesse período. Se for preciso, deixe o celular de lado e desligue-se da internet para não se desconcentrar.

Sente-se direito ou levante-se

Sentar-se do modo correto pode te fazer sentir com mais energia. Levantar e se movimentar de vez em quando também ajuda a alongar o corpo. Defina uma regra para se levantar sempre que for tomar alguma coisa – água ou café – por exemplo.

Tenha sua canção favorita em mãos

Toque sua música favorita para relaxar antes de ir para uma reunião estressante ou quando sentir que precisa de uma dose de energia.

Via: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-dicas-para-ser-mais-feliz-no-ambiente-de-trabalho

Arte de Fazer

Posted on jul 16, 2014

“Arte de Fazer” é uma série que apresenta e destaca pessoas que vão contra o espírito de pessimismo e de desespero, tão presentes no dia a dia de muita gente, atualmente. Essas pessoas se atrevem a sonhar, criar e zelar pela imaginação. Movidas pela paixão, pelo conhecimento e pela emoção, tentam combinar a precisão da ciência com a elegância da arte.

Senhas de uma nova vida

Posted on jul 14, 2014

Para muitos essa história pode parecer bobagem, mas nós acreditamos que a repetição contínua de pensamentos positivos pode influenciar muito a nossa vida.

“Sempre que há vazamento de informações de um sistema digital, especialistas em segurança alertam sobre formas de criar senhas fortes. Dizem que devemos usar o mínimo de oito caracteres alfanuméricos, trocar a senha periodicamente e outros conselhos bastante úteis.

Mas nenhum especialista poderia sugerir que a senha escolhida é capaz de salvar a sua vida.

Foi o que aconteceu com o equatoriano Mauricio Estrella. No artigo “How a password changed my life”, ele narra uma cadeia de eventos positivos em sua vida que tiveram como origem uma senha de computador.

Em 2011, Mauricio estava depressivo por causa do divórcio recente. Pensava em como as coisas tinham dado errado. Um dia, ao chegar no trabalho e ligar seu computador, encontrou uma mensagem bastante comum a usuários do sistema Microsoft Exchange — e um tanto repetitiva:

Sua senha expirou. Clique em “Alterar senha” para alterar sua senha.

A cada 30 dias, o sistema automaticamente descartava a senha anterior e pedia uma nova. Não qualquer senha nova: ela deveria ter, pelo menos, oito caracteres sendo um caractere maiúsculo, um caractere minúsculo, um símbolo e um número. E não era possível repetir uma senha usada nos últimos três meses.

“Naquela manhã, eu estava furioso. Era terça-feira, 9:40 da manhã”, conta Mauricio, no artigo. “Eu estava atrasado. Ainda usava meu capacete. Acho que esqueci o café da manhã. Algo tinha gosto de cigarro na minha boca. Eu tinha de fazer minhas coisas até antes da reunião das 10 e tudo o que encontrava diante de mim era uma enorme perda de tempo.”

Mauricio lembrou do conselho de um ex-chefe: “Vou usar uma senha para mudar a minha vida.”

A senha escolhida foi Forgive@h3r (“Perdoe-a”, em tradução livre).

Por um mês, Mauricio teve de digitar — inúmeras vezes ao dia, todos os dias — “perdoe-a”.

“Esta ação simples mudou a forma que eu via minha ex-mulher. O lembrete constante de que eu deveria perdoá-la me levou a aceitar como as coisas aconteceram no fim do casamento e aceitar uma nova forma de lidar com a depressão na qual eu me afundava”, explica. “Cada vez que eu digitava a senha, eu pensava em perdoá-la. O efeito curativo veio imediatamente.”

Um mês depois, o servidor novamente pediu a alteração da senha. Mauricio digitou Quit@smoking4ever (“Pare de fumar para sempre”).

Mauricio parou de fumar. “Esta senha era doída de digitar durante aquele mês, mas fazer isso me ajudou a berrar para mim mesmo, na minha cabeça, enquanto eu digitava. Me motivou a seguir meu objetivo mensal.”

No mês seguinte, a senha foi Save4trip@thailand (“Economize para a viagem à Tailândia”, em tradução livre). Três meses depois, Mauricio estava no país asiático.

Também usou as senhas Sleep@before12 (“Dormir antes da meia-noite”), Ask@her4date (“Chame-a para sair”), No@drinking2months (“Não beba por dois meses”), Get@c4t! (“Tenha um gato”) e Facetime2mom@sunday (“Faça ligações em vídeo com a mãe todo domingo”). Todos eles funcionaram.

Apenas Eat2times@day (“Coma duas vezes ao dia”) não deu certo. “Continuo gordo”, diz Mauricio. Continua gordo, mas algo mudou: no dia 21 de junho, depois de usar a senha Save4@ring (“Economize para uma aliança”), Mauricio ficou novamente noivo.”

Que tal mudar a sua senha para: (seja feliz no trabalho)?

Via: http://m.huffpost.com/br/entry/5552486

Rodolfo Viana Brasil Post

Na onda da felicidade

Posted on jul 11, 2014

Neste vídeo, o velejador Amyr Klink, em entrevista ao Fantástico, fala um pouco da sua experiência em correr atrás da felicidade.

Geração X chutando o balde

Posted on jul 10, 2014

Pode até ser coincidência, mas nunca ouvimos falar tanto de pessoas que têm, aproximadamente, a mesma idade que a gente, e estão largando um emprego. Os motivos são variados, mas o objetivo é o mesmo: todas elas resolveram ir em busca da felicidade. E, hoje, encontramos esse texto excelente, escrito pela jornalista Fabiana Gabriel, que fala sobre o assunto.

“Essa semana recebi um e-mail de despedida de uma amiga e parceira de trabalho. Ela vendeu sua parte na sociedade da empresa que ela mesma havia montado, anos atrás, para tirar um período sabático. Vai para a Europa estudar gastronomia e fotografia, suas duas paixões.

Não é a primeira nem última amiga minha, por volta dos 35 anos, com uma carreira bem sucedida e vida estável, que toma essa decisão. Uns três anos atrás, um amigo próximo um dia disse adeus ao emprego que tinha. Todos ficaram meio surpresos. O cara trabalhava há mais de uma década em grandes empresas, era respeitado e tinha uma vida confortável no Rio de Janeiro. Mas encheu o saco. Resolveu estudar Gestalt, voltou pra Florianópolis – sua cidade natal – e abdicou de grande parte do conforto em busca do que o faria feliz de verdade. Ele nunca mais fez uma apresentação de power point na vida, usa o excel apenas para controlar seus gastos mensais e esbanja um brilho nos olhos toda vez que nos vemos.

Fato é que histórias como essas têm sido cada vez mais comuns na minha geração. Enquanto todos se preocupam com a urgência e ambição da Geração Y, a Geração X, imediatamente anterior, está repensando seus conceitos e valores. Fomos criados acreditando que uma vida feliz era falar línguas, fazer carreira, trabalhar a vida inteira numa ou duas grandes empresas, comprar o apartamento próprio, construir uma família para sempre e ir pra Disney (ou Paris) uma vez por ano. Uma vida estável e fixa, sem rompantes de aventura.

Acontece que grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada, com sorte, num apartamento modesto que irá pagar até seus 60 anos, o caminho é longo e o preço é alto, bem alto. Os poucos que conseguem, heroicamente, conquistar seus bens e sonhos sem a ajuda dos pais, estão exaustos. Olham em volta e mal têm tempo de curtir os filhos ou as férias exóticas que sonham (e têm dinheiro para tirar) para a Tailândia, Marrocos ou Havaí. Há também aqueles que ficaram tão ocupados em conquistar aquilo que lhes foi prometido que deixaram para “daqui a pouco” os filhos, os hobbies e a felicidade e perceberam, agora, que “desaprenderam a dividir”.

No meio disso, veio essa sedutora mobilidade contemporânea, mostrando a nós o que nossos pais ainda não podiam nos ensinar, que é possível existir estando em qualquer lugar e que não é uma mesa de escritório ou um cartão de visitas que nos faz mais nobre, mas sim aquilo que de melhor podemos oferecer ao mundo. Só que descobrimos isso depois de passarmos grande parte da nossa juventude preocupados em nos sustentar, sermos bem sucedidos, conquistar prestigio e reconhecimento. Para, enfim, ter a liberdade de chutar o balde e sair por aí…

Fabiana Gabriel é jornalista, tem cartão de visitas, mas ainda não comprou sua casa própria, nem chutou o balde…”

Fonte: http://revistacarneseca.com